Pra mim as redes sociais são as melhores fontes para, tentar, entender a nossa geração. Talvez pelo motivo de ter que saber o que está acontecendo com o meu público alvo, para manter o blog vivo, me deixa ainda mais atento a tudo que está acontecendo. E também, olhar no espelho e refletir um pouco sobre mim mesmo é um dos melhores exercícios para desenvolver alguma pauta (ou um textinho básico como esse que está preenchendo o meu sábado). Apesar de relutar contra algumas características da nossa geração, acabo sendo uma ilustração de quase todas elas. Admito. Porém, em meio a tanta liberdade, informação e hiperativismo que nos rotula se encontra um grupo, grande, de pessoas que insistem em não fazer nada para o bem próprio e sim, em promover intrigas (brigas, recalque, whatever) por toda a parte. Não entendo o porquê dessa promoção do ódio. Que prazer é esse que as pessoas sentem em falar mal das outras? Não consigo entender muito bem não! E claro, eu não vou ser hipócrita ao ponto de negar que já fiz isso algum dia. Mas, não sinto orgulho nenhum disso. Sério!
Talvez já estejamos mudando todas as características boas da geração Y (ou chame como quiser). A liberdade têm sido substituída por desejos reprimidos. Pelo medo de sofrer algum preconceito dos olhos impiedosos, daqueles que não tem nada de melhor para fazer na vida e ficam julgando o outro. Pior ainda é ver alguém julgando alguma ação que pratica todos os dias. #Shame. O hiperativismo e a sede de fazer acontecer, sem mesmo ter muitos recursos para isso, também já estão sendo podados. Um exemplo básico disso, é a critica pesada que muitos fazem aos blogueiros de moda que estão começando agora (muitos ainda com menos de 18 anos). Não vejo o por quê de reprimir tanto essa garotada (que palavra de avô essa, rs), que só está ali se divertindo e fazendo o que gosta. Não quer dizer que no futuro todos esses blogueiros vão se tornar grandes jornalistas de moda. Mas, a cada post (mesmo que sem muita informação) que eles fazem, alguma coisa está sendo sugada para dentro do cérebro. Ter um blog é um ótimo exercício para aprender cada dia mais sobre qualquer tipo de assunto. Mas os haters só conseguem ver pelo lado negativo da coisa. E assim, qual é mesmo o lado negativo de um adolescente (ou adulto) ter um blog? hummmm... é não tem! Se a pessoa não tem recursos para produzir um conteúdo incrível e isso não te agrada, simplesmente não acesse o blog do coleguinha. Entenderam?
Eu não sei na verdade o que se passa com esses seres que vivem julgando os outros. É uma ou outra. A pessoa tem MUITO tempo livre e uma vida chata (quem quiser arrumar meu quarto, pode vir!) ou a possibilidade que eu mais acredito, sobram vontades. Gente que simplesmente não tem coragem de ir e fazer alguma coisa e acabam frustradas, costumam falar mal do que não tem mesmo. The famous recalque. Bom, eu sei é que falta amor na vida desse povo. Existem pessoas, que por mais que tentem não promover o ódio acabam não conseguindo, questão de personalidade que foi construída ao longo da vida mesmo. Mas sabe, é muito fácil deixar um comentário maldoso dentro da sua mente e evitar ver alguém sofrer com isso. Muito mesmo.
Eu tento fazer o que tenho vontade, sem ter medo desse mundão. E olha, é difícil pra caramba. Mas, o que o outro vai entender ou falar do que você tem feito, não pode se tornar algo que te impeça de seguir em frente com os seus objetivos. Aceite as suas vontades, virtudes e a você mesmo. Deixe os ouvidos tapados para todas as críticas, não construtivas, que possam surgir na sua vida e siga em frente. VIVA A SUA VIDA, não a dos outros!
ADEUS! rs
